O que a queda das principais redes sociais pode nos ensinar sobre a comunicação profissional?

Ágatha Ferreira
8 de Outubro de 2021
Tempo de Leitura: 5 minutos
Nesta segunda-feira, 4/10, as redes sociais WhatsApp, Instagram, Facebook e Messenger sofreram falhas no sistema, o que acarretou a queda de todas elas a nível mundial. O cofundador e CEO do Facebook, Marck Zuckerberg, se desculpou através de sua conta no Facebook pela pane e, ainda, se defendeu dos ataques recebidos.
A queda, que durou aproximadamente 7 horas - uma das falhas mais longas e abrangentes da história - prejudicou não somente aqueles que dependiam delas para se comunicar com familiares e amigos, se entreter e informar, mas também profissionais que trabalham no meio digital e dependem do bom funcionamento das redes sociais.

Apagão e prejuízo

Segmentos como: marketing digital, na qual operam-se campanhas e anúncios; tecnologia da informação; trabalhadores autônomos; empresas que utilizam as redes para se comunicar com os clientes, sejam elas micro ou macro; influenciadores digitais; todos sofreram impacto negativo com a falha sistêmica da companhia Facebook.
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De acordo com o site de checagem de fatos, Snopes, as empresas que estão exclusivamente acolhidas na rede Facebook deixaram de arrecadar aproximadamente US$ 79 milhões em receitas e anúncios, em relação ao segundo trimestre deste ano.
Já o Whatsapp, afirmou que em 2020 aproximadamente 50 milhões de empresas comerciais usaram sua plataforma de alguma maneira em seus negócios. Como consequência global, os papéis da plataforma digital Facebook caíram 4,89% na Nasdaq, bolsa de valores norte-americana, enquanto o Ibovespa (B3) acumulou queda de 2,22%.

Oportunidade de transformação

Contudo, não somente a economia foi afetada, revelou-se também a urgente necessidade de não depender unicamente de redes sociais que estão debaixo do mesmo guarda-chuva, neste caso, monopolizadas por uma só companhia, o Facebook. Faz-se necessário a popularização e uso mais frequente de outras soluções e plataformas independentes, que apresentem funcionalidade e praticidade equivalentes ou superiores.
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Em momentos como este a busca e contratação por serviços mais robustos ou corporativos, que promovam uma comunicação mais eficiente, ágil e segura, torna-se evidente. E nessa esteira soluções que utilizam a tecnologia Push-to-talk over cellular (PoC), como o BiPTT, se destacam e saem na frente por suas qualidades e características dedicadas ao uso profissional.
A possibilidade de ter mais controle sobre com quem seus times trocam informações, o que estão conversando e como agem diante de determinadas situações torna a adesão a essas soluções algo, não apenas, desejável, mas principalmente necessário para muitas empresas, de diversos segmentos, que têm na comunicação algo vital para suas operações.
Por fim, o apagão das redes demonstrou a inevitabilidade da contínua conexão, independentemente da razão. A dinâmica da vida social humana está diretamente ligada à conectividade e, a falta dela, consequentemente, trará danos imediatos em diversos âmbitos, como econômico, profissional e pessoal.
Mark Zuckerberg, em seu texto publicado, confirma isso ao dizer que o caos causado pela queda das redes mostrou a importância delas. Ele conclui dizendo:
"Quando reflito sobre o nosso trabalho, penso no impacto real que temos no mundo, as pessoas que agora podem manter-se em contato com os seus entes queridos, criam oportunidades para se apoiar e encontrar a comunidade. É por isso que bilhões de pessoas adoram nossos produtos. Tenho orgulho de tudo o que fazemos para continuarmos a construir os melhores produtos sociais do mundo”