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Homem-morto e SOS: como funcionam na proteção de equipes de campo

Em uma emergência, o pior cenário não é o colaborador pedir ajuda — é ele não conseguir pedir. Uma queda que deixa a pessoa inconsciente, um mal súbito, uma imobilização: nesses momentos, depender de um botão acionado manualmente não basta. É para isso que existem o homem-morto e o SOS.

Este artigo faz parte do guia de proteção do trabalhador solo e detalha como esses dois recursos funcionam na prática.

Sumário

Botão de emergência (SOS)

O SOS é a camada manual da proteção. Ao perceber uma situação de risco, o colaborador aciona o botão de emergência diretamente pelo aplicativo. Em um toque, o sistema:

  • envia um alerta instantâneo para a central;
  • identifica o usuário e sua localização;
  • notifica supervisores e despachadores;
  • pode iniciar a transmissão de vídeo para análise da ocorrência;
  • permite que o próprio colaborador encerre o alerta quando estiver seguro.

Homem-morto (Man Down)

O homem-morto é a camada automática — e é ela que protege quem não consegue acionar o SOS. Usando os sensores do dispositivo, ele atua em duas frentes:

Detecção de queda. O aplicativo identifica possíveis quedas. Antes de abrir uma emergência, o usuário recebe uma notificação e tem um prazo curto (por exemplo, 30 segundos) para confirmar que está bem. Se não responder ou pedir ajuda, o protocolo de emergência é acionado automaticamente.

Detecção de imobilidade (não-movimento). Se o colaborador permanece parado por um período configurado, o sistema faz uma verificação automática. Sem resposta, a situação é tratada como potencial incidente e a emergência é iniciada. É ideal para vigilantes, técnicos de campo e operadores isolados.

O detalhe que importa: ao dar um prazo de confirmação antes de abrir a ocorrência, o homem-morto reduz alarmes falsos sem deixar de proteger quem realmente precisa.

O que acontece quando um alerta dispara

Seja por SOS manual ou por homem-morto automático, o alerta segue o mesmo caminho de escalonamento: a central e os supervisores são notificados na hora, com a identidade e a localização do colaborador, e podem responder por voz, abrir vídeo ou despachar ajuda. O tempo de resposta cai de “quando alguém perceber” para segundos.

Esses recursos fazem parte do BiPTT Safety, sobre a mesma plataforma de comunicação que a equipe já usa. Veja também como funcionam o check-in periódico e a videochamada de emergência, ou fale com a nossa equipe para configurar o protocolo da sua operação.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre homem-morto e botão de SOS?

O SOS é acionado manualmente pelo próprio colaborador quando percebe um risco. O homem-morto (Man Down) é automático: usa os sensores do dispositivo para detectar quedas e imobilidade e abre a emergência mesmo quando a pessoa não consegue pedir ajuda.

O homem-morto pode gerar alarme falso?

Antes de abrir uma emergência, o sistema envia uma notificação e dá um prazo (por exemplo, 30 segundos) para o colaborador confirmar que está bem. Só se não houver resposta o protocolo é acionado — o que reduz alarmes falsos sem abrir mão da proteção.